Salmos 73 – Fé em Crise

Quanto a mim, os meus pés quase que se desviaram; pouco faltou para que escorregassem os meus passos. (Salmos 73.2) Boa tarde! Paz do Senhor esteja com todos! O Senhor nos ensina através da vida de Asafe que quase renegou a Deus porque começou a invejar a prosperidade dos ímpios. Ele viu que eles eram sadios, ricos e populares (1-12), enquanto ele nada recebia além de aflição pelos seus esforços para manter sua pureza (13-14). Parecia que simplesmente não compensava ser bom. É neste momento de crise quando a fé enfrenta desafios e se torna instável devemos como Asafe tomar atitudes que nos ajudam a enfrentarmos as dívidas e frustações espirituais.  Ele não destruiu a fé de outros com palavras de revolta que passavam em sua mente (15).  Ele não expos dúvidas pessoais diante das pessoas.  Ele foi ao santuário de Deus (17). A solução para o seu problema veio quando ele começou a adorar o Senhor e considerou a grandeza e majestade dele. Algumas pessoas deixam de adorar quando tropeçam espiritualmente, mas é nestes momentos de fraqueza precisamos estar com o Senhor e seu povo. A amargura de Asafe pela injustiça da vida foi resolvida por duas considerações:  Ele considerou o “fim” dos ímpios e observou como Deus os tinha colocado em lugares escorregadios (17-20). Os ímpios, às vezes, prosperam, mas a prosperidade deles tem vida relativamente curta. Considere o “sucesso” de Sodoma e Gomorra (Gênesis 19), Senaqueribe (2 Reis 19) e Herodes (Atos 12).  Ele percebeu a bênção perfeita do cuidado, do Senhor (23-26). “Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (25-26). Ele repousou no que o Senhor era para ele: sua única satisfação e desejo. Em comparação, a prosperidade dos ímpios era nada. Em Cristo temos infinitamente mais… Marcia Maria Moro Lopes

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